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sábado, 3 de março de 2018

Passeando em Guaraqueçaba - 08 a 10-02-2018

Passeando em Guaraqueçaba - 08 a 10-02-2018

Guaraqueçaba está situada no litoral norte do Paraná, divisa com São Paulo, às margens da Baía de Paranaguá, em um dos trechos mais preservados da Mata Atlântida e com um ecossistema de biodiversidade riquíssimo.
Situada a 174 km de Curitiba, pode-se ir pela estrada, mas os últimos 70 km são feitos na média em 4 horas de viagem devido ao estado precário da estrada. Ou pode-se ir de barco, que sai de Paranaguá, tendo a duração de  uma hora de voadeira ou três horas no barco de linha.
Guaraqueçaba,  em tupi-guarani, significa "lugar do guará", uma ave de cor avermelhada, hoje em extinção na região. Com seus  8 mil habitantes, é uma cidade que está encolhendo, pois há alguns anos atrás a população era de 18 mil habitantes.
Por que ir a Guaraqueçaba? Por ser ainda uma região de natureza quase intocada em áreas de proteção ambiental, com ilhas de praias desertas, trilhas, cachoeiras.


Saindo de Paranaguá.

Barcos de linha que ligam Paranaguá a Guaraqueçaba ou ilhas.


Passando pelo Porto de Paranaguá.

Vista do centro da cidade pela baía.

Monumento com o símbolo da cidade, a ave Guará.

Vista a partir da Ponta dos Morretes.




Igreja do  Bom Jesus dos Perdões.
Construída em 1838, é a construção mais antiga da cidade.

Baía em frente à cidade.

Durante todo o dia há o movimento de barcos carregando pessoas
 e cargas entre a cidade e as ilhas.

Há muitas canoas caiçaras, ainda  feitas de maneira artesanal,
algumas de um tronco só.

Os detalhes, tanto na popa quanto no leme, são uma arte.



Passarela na Ponta dos Morretes.

Os jovens aproveitam para brincar no píer.



Entardecer na baía.


Início de outra atração: o pôr do sol!






No outro dia, visita à Reserva Natural do Salto Morato,
criada em 1994 pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

 Reserva Particular do Patrimônio Natural,
reconhecida pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.

A Reserva possui duas trilhas autoguiadas
 e um aquário natural onde se pode observar os peixes.

A trilha da Figueira, de nível fácil,
 tem um percurso de  5 km (ida e volta).

A trilha é bem estruturada.


Ao final da trilha chega-se ao Rio Engenho,
onde uma figueira gigante tem uma raiz  passando sobre o rio.

A trilha do Salto tem 3 km (ida e volta)  e é de nível leve.

Salto Morato, queda com mais de 100 metros.
Na foto, embaixo à esquerda, pessoas sentadas nas pedras
 servem como referência da altura do Salto
.

Trapiche em Guaraqueçaba.






quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Caminho Autoguiado em Tamanduá - 17-12-2017

Caminho Autoguiado em Tamanduá - 17-12-2017

Primeiro Caminho Autoguiado do Vale do Taquari, no distrito de Tamanduá em Marquês de Souza.
Organizado por Caminhos da Colônia, de Alício de Assunção e família, com o apoio da comunidade do Vale do Taquari. O trajeto é de 13,2 km percorrendo a rua principal da localidade e estrada geral às marges do Arroio Tamanduá. É autoguiado por ter placas indicativas da distância  orientando os caminhantes.

Placa indicativa do caminho.

Igreja Luterana IECLB. Construída em 1936.


Alício juntamente com os apoiadores do projeto Passeios na Colônia.

Grupo de participantes da caminhada.

Abertura oficial do primeiro caminho de um projeto
que pretende chegar a 500 km de caminhos autoguiados.











A nova Igreja Luterana  IECLB, 1980.

















Túnel Verde.

Como a volta é pelo mesmo caminho,
houve encontro de quem estava indo com quem já estava voltando.



Ponto final, retornar!




Caminho às margens do Arroio Tamanduá.


Capitel Santo Antônio.
Construído em 1930  pelos primeiros moradores. 



No local do almoço, houve  a venda de produtos coloniais e artesanatos
 feitos pelos habitantes da comunidade.

Também houve apresentação de grupo de música aos caminhantes.