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domingo, 1 de julho de 2018

Jalapão - 17-06 - 3º dia.

Jalapão- 17-06-2018 - 3º dia.

No terceiro dia, saímos da pousada as 3 horas da manhã para subir a Serra do Espírito Santo e ver o nascer do sol. Saindo de Mateiros, são cerca de 30 km até a serra, onde começa a trilha íngreme de 500 m até o topo a 250 m de altura. É considerada a trilha mais difícil da região. Alguns trechos há cordas como corrimão e  alguns pontos de parada com banco para se repor as energias. Há muitas pedras soltas. 
A Serra do Espírito Santo está localizada ao lado  das Dunas do Jalapão e é considerada a responsável pela formação do parque de areia. A rocha arenosa sofre a ação do vento que faz com que todo o material da erosão seja depositado no mesmo lugar, formando assim as dunas, única formação de dunas no cerrado brasileiro.
Após o nascer do sol, ainda em cima da serra,  o grupo fez uma caminhada de 6 km de ida e volta até o mirante que tem vista para as dunas do Jalapão. Não fiz esta caminhada porque, assim que cheguei no topo da serra, em uma trilha plana, haviam duas pedras no meu caminho, caí e bati com os joelhos na pedra. Com receio das sequelas da batida, resolvi não fazer a caminhada até o mirante e descer logo a serra, acompanhada de um dos guias, já que a trilha era muito íngreme. Depois, voltamos para pousada e somente as 3 horas da tarde saímos novamente, agora para ver o pôr do sol nas dunas.


Saímos de madrugada para subir a Serra do Espírito Santo.












Ótimo encontrar pessoas que querem  ser fotografadas assim.



A partir deste ponto, o grupo foi até o  outro mirante e eu desci a serra.
Vista lá de cima do vale, antes de descer.




Trilha íngreme, com pedras soltas.



Gelo nos joelhos para aliviar o machucado.

Local de lanche na estrada.


Caminho para as dunas.















sábado, 30 de junho de 2018

Jalapão - 16-06-2018 - 2º dia

Jalapão -  16-06-2018 - 2º dia

No segundo dia em Mateiros fomos no Fervedouro do Buriti, que encanta pela linda cor da água cristalina, que varia entre verde e azul, dependendo do sol, e também pelos buritis e bananeiras que cercam o local. 
Após fomos na Cachoeira do Formiga, que está em uma propriedade particular, e tem esse nome por ser no Rio Formiga. Apesar de ter uma pequena queda d'água,  a cachoeira possui um poço de água transparente em tom verde-esmeralda, cercado por uma vegetação nativa.
A parada para almoço foi próxima ao Fervedouro Buritizinho, que tem formato de gota e a nascente é mais profunda, por isso a sensação de flutuação não é tão intensa. No local passa um trecho do Rio Formiga, onde parte do grupo fez boia cross.
Á tarde, visitamos o Fervedouro do Ceiça, que tem uma nascente principal e a intensidade da pressão é bem alta, fazendo com que os banhistas flutuem com facilidade. O Fervedouro tem a forma redonda, cercado por bananeiras.
Terminamos com a visita ao Povoado Mumbuca. Reconhecido como quilombola, se originou de remanescentes de quilombolas e indígenas que habitavam a região. A base da economia local é o artesanato de capim dourado e a agricultura familiar. As casas são simples, muitas com telhados de folhas. 



Caminhos com muita areia.

Chuveirinho, flor do cerrado.

Casa típica da região, com telhado de folhas.

Fervedouro do Buriti.
 Devido a água cristalina, pode-se ver o fundo borbulhando. 



Há peixinhos no poço.

Chega-se na água pela escada.

Próximo ao fervedouro, continuamos o banho no rio.



Cachoeira do Formiga.






Fervedouro do Buritizinho.


Fervedouro do Ceiça.




Povoado Mumbuca.



Capim dourado, espécie de sempre-viva, com o qual se faz  artesanato,
 como chapéus, cestos, joias..

Artesã do capim dourado.

Morador do povoado aprontando folhas para fazer o telhado da casa.
  


Pôr do sol no cerrado.