Este blog tem como objetivo mostrar as fotos realizadas por Neusa de Ávila durante as caminhadas das quais participa.
Caso alguém tenha sua imagem exposta em alguma foto e não o deseja, entre em contato com a autora para solicitar sua retirada.
Proibida a utilização das imagens em publicações com fins comerciais, bem como em propagandas e/ou convites para caminhadas sem a autorização da autora.
Clique em cima da foto para visualizá-la em tamanho maior.
Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Jalapão - 4º dia

Jalapão - 4º dia

Há duas entradas para o Parque do Jalapão: uma Ponte Alta do Tocantins e outra por Novo Acordo. A grande maioria de agências leva os turistas pela entrada de Ponte Alta. Nossa agência,  Norte tur, faz justamente o contrário, começa por Novo Acordo, indo no contra fluxo. Dessa forma, aparecem placas indicativas de distâncias tendo como base o início em Ponte Alta.
Neste quarto dia, saímos da pousada em Mateiros e fomos para a cidade de Ponte Alta do Tocantis. Embora a distância entre as duas cidades seja de 162 km, a média de tempo para se fazer esse percurso é de cinco horas. Mas fizemos em muito mais horas porque fomos parando nos atrativos durante o caminho. Novamente estrada de chão  batido, com muitos trechos de areia, em que só passam carros 4x4. A vegetação nesse trecho foi mais do tipo de cerrado e também savana.
Fizemos um lanche de almoço na fazenda que foi do traficante  Pablo Escobar. A fazenda era usada para refino da droga, tendo até pista de pouso. Assim que descoberto, a União tomou posse da fazenda, sendo leiloada depois e sendo transformada em pousada pelos novos compradores. Com a criação do Parque, novamente a área foi desapropriada.
 Próxima à Fazenda está a Cachoeira da Velha, maior cachoeira da região, que recebe as águas do Rio Novo.  São 100 m de largura e 15 m de queda. Chega-se até a cachoeira por uma passarela  de madeira. Há rafting nas corredeiras da cachoeira. Mais abaixo da cachoeira, há a prainha, local onde  pode-se tomar banho.







Placa dando as boas-vindas para quem vem por Ponte Alta.

Parada para lanche.


Redário para descanso.



Entrada para a Cachoeira da Velha.

Passarela para se chegar à cachoeira.

Cachoeira da Velha.

Panorâmica feita com o  celular.


Auto-retrato junto à cachoeira.




Pode-se chegar bem ao lado da queda.
Rafting.





Pôr do sol ainda na estrada.



domingo, 1 de julho de 2018

Jalapão - 17-06 - 3º dia.

Jalapão- 17-06-2018 - 3º dia.

No terceiro dia, saímos da pousada as 3 horas da manhã para subir a Serra do Espírito Santo e ver o nascer do sol. Saindo de Mateiros, são cerca de 30 km até a serra, onde começa a trilha íngreme de 500 m até o topo a 250 m de altura. É considerada a trilha mais difícil da região. Alguns trechos há cordas como corrimão e  alguns pontos de parada com banco para se repor as energias. Há muitas pedras soltas. 
A Serra do Espírito Santo está localizada ao lado  das Dunas do Jalapão e é considerada a responsável pela formação do parque de areia. A rocha arenosa sofre a ação do vento que faz com que todo o material da erosão seja depositado no mesmo lugar, formando assim as dunas, única formação de dunas no cerrado brasileiro.
Após o nascer do sol, ainda em cima da serra,  o grupo fez uma caminhada de 6 km de ida e volta até o mirante que tem vista para as dunas do Jalapão. Não fiz esta caminhada porque, assim que cheguei no topo da serra, em uma trilha plana, haviam duas pedras no meu caminho, caí e bati com os joelhos na pedra. Com receio das sequelas da batida, resolvi não fazer a caminhada até o mirante e descer logo a serra, acompanhada de um dos guias, já que a trilha era muito íngreme. Depois, voltamos para pousada e somente as 3 horas da tarde saímos novamente, agora para ver o pôr do sol nas dunas.


Saímos de madrugada para subir a Serra do Espírito Santo.












Ótimo encontrar pessoas que querem  ser fotografadas assim.



A partir deste ponto, o grupo foi até o  outro mirante e eu desci a serra.
Vista lá de cima do vale, antes de descer.




Trilha íngreme, com pedras soltas.



Gelo nos joelhos para aliviar o machucado.

Local de lanche na estrada.


Caminho para as dunas.